Mariscos no Kansas (EUA) — Paleontologia na Formação Niobrara

Recentemente, tive a oportunidade de trabalhar numa escavação paleontológica no oeste do Kansas, em um sítio classificado como parte da Formação Niobrara.

O que eu não esperava era descobrir que enquanto caminhava pelas formações, estivesse pisando em milhares de conchas fossilizadas; algumas eram apenas fragmentos, outras estavam pela metade, algumas eram enormes, com até 30 cm de diâmetro, e algumas estavam muito bem preservadas, totalmente fechadas.

Quando os mariscos morrem, o músculo que une as duas partes da concha relaxa e ela se abre. Depois de algum tempo, o tecido mole e o músculo se decompõem, as duas metades se soltam e são levadas pela água.

No entanto, não foi isso o que aconteceu com muitos dos mariscos do Kansas (a mais de 1.600 km do litoral mais próximo e a 700 metros ACIMA do nível do mar).

O que teria preservado estes espécimes fechados? Um acontecimento rápido, cobrindo as conchas com camada sobre camada de sedimento e solo, poderia explicar o que observamos.

Nós encontramos um acontecimento assim no registro bíblico. A história do dilúvio de Noé, em Gênesis. As fontes do grande abismo se romperam e centenas de metros de sedimento foram revolvidos, deslocados e redepositados, soterrando milhões de criaturas ao redor do globo.

Sou David Rives…
Os Céus Realmente Proclamam a Glória de Deus.
Tradução: Mariza Regina de Souza

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